Anúncio de acordo entre PT e MDB marca 1ª aparição pública de Geddel após prisão

Geddel teve autorização do ministro do STF Edson Fachin a cumprir pena em liberdade condicional (veja aqui) no caso das malas com R$ 51 milhões encontradas em um apartamento de luxo na Graça, em Salvador (reveja aqui). Geddel também teve a dedução de 681 dias da sua sentença de 13 anos e quatro meses imposta no processo. O baiano cumpre pena desde julho de 2017, quando foi decretada sua prisão provisória. Na liberdade condicional, ele vai poder trabalhar e voltar para casa. Em setembro ele havia recebido autorização para migrar para o semiaberto.

Geddel Vieira Lima reapareceu anteriormente a se contrapor a fala de Ciro Gomes, presidenciável do PDT. Ciro citou Geddel como “aquele daquelas malas” ao desconstruir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (relembre mais).

“Ciro não tem autoridade moral nem política para falar de mim. Ele é um picareta que contratou um ex-presidiário (João Santana) e dedo-duro para fazer a cabeça dele e do Brasil. Que incoerência é essa? O resultado das pesquisas mostra o que o povo brasileiro pensa dele. Eu tenho vivido com muito pudor diante das dificuldades. Mudei muito, apanhei muito, mas não me tornei um covarde. Portanto, não vou permitir que picaretas sem autoridade moral ou coerência venham falar de mim”, disse Geddel. 

MARCANDO PRESENÇA

Quem também foi citado durante a coletiva, nesta quarta-feira (30), foi o ex-deputado federal Luiz Argôlo. Após ser solto em 2019, o ex-parlamentar estaria acertado com o MDB e deve disputar uma cadeira na Câmara Federal em 2023.

Argôlo foi condenado a 12 anos e 8 meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato.

Post Author: Redação

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